quinta-feira, 14 de julho de 2011

Ceplac avança na elaboração do Plano de Gestão Estratégica


Foi encerrada ontem (13) em Porto Velho, Rondônia, mais uma etapa da elaboração do Plano de Gestão Estratégica da Ceplac 2011-2022, depois de realizados os seminários de comunicação para apresentação do plano corporativo na Bahia, dia 7, e em Ouro Preto D’Oeste (RO), no dia 12. O coordenador de Gestão Estratégica da Ceplac, Elieser Barros Correia, acredita que os avanços obtidos permitirão concluir o trabalho no dia 30 de novembro, data inicialmente prevista, para que a partir de janeiro de 2012 comece a ser executado.
            O coordenador reafirmou que o Plano de Gestão Estratégica da Ceplac dará nova visão de futuro à organização, com horizonte de cenários até 2022, data simbólica para o País em que o Governo Federal propõe o debate e organiza as comemorações do bicentenário da Independência do Brasil. “As organizações públicas, incluindo o Ministério da Agricultura e a Ceplac, estão construindo suas estratégias”, disse Elieser Correia
“Nossa tarefa é construir a visão e a definição da missão da Ceplac que é promover o desenvolvimento sustentável das regiões produtoras de cacau. Nisto se reafirma a disposição da instituição de não pensar apenas na visão produtivista da geração e transferência de tecnologias para a produção de cacau, mas refletir que resultados a ação da Ceplac traz para a melhoria da qualidade de vida das populações dos estados produtores de cacau do Amazonas, Bahia, Espírito Santo, Mato Grosso, Pará e Rondônia”, explicou.
            Segundo Elieser Correia, o cacau se consolida nos dados que temos recolhido, como base de atuação voltada para agricultura familiar ou de pequenos produtores, o que fortalece a reorientação institucional  ou de gestão estratégica da Ceplac não só para o aspecto da competitividade e sustentabilidade do setor agrícola, mas de conservação produtiva e inclusão social que são dois objetivos bem definidos pelo público-alvo. “Além é claro do requerimento da sociedade para o fortalecimento institucional da organização Ceplac”, frisa.
            O coordenador de Gestão esclarece que o debate é dinâmico, já que não existe mapa estratégico estático. “No decorrer da elaboração do Plano o mapa tem sido objeto de contribuições. Isso fortalece a estratégia que é garantir que se legitime na discussão com os públicos interno e externo. O trabalho não é da consultoria Symnetics nem da coordenação de Gestão da Ceplac, mas deve ser compreendido como resultado da Conferência quando houve a participação da sociedade civil organizada, dos colaboradores e do público-alvo que ofereceram os elementos para a construção dos objetivos”, acrescenta.
            O Plano de Gestão Estratégica está sendo construídos pelas unidades da Ceplac nos seis estados produtores de cacau e Distrito Federal, onde se localiza a Diretoria. O coordenador disse que o envolvimento dos servidores tem sido satisfatório diante da metodologia e dos espaços construídos, mas admitiu que poderia haver mais engajamento. “Superamos as dificuldades pela metodologia que permite as contribuições que vai se validando e o retorno através do sistema de comunicação e da tecnologia da informação (TI), mediante envio de mensagens pelo correios eletrônico tanto da base como pelos produtores.
            As discussões não se deram apenas nos eventos. Além da Conferência de Busca e cursos na metodologia Balanced Scorecard (BsC) da consultoria Symnetics foram feitas entrevistas junto à representação e lideranças de produtores de cacau, industriais e setor comercial das cadeias produtivas, dirigentes e ex-dirigentes da Ceplac e do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). “É a discussão e o debate que consolidam o conjunto de informações expressas no mapa. Além disso, na página da Ceplac na Internet há uma janela com informações sobre o processo e onde o cidadão ou servidor pode fazer sugestões e ver avanços havidos”, concluiu Correia.

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